O lobista Fernando Soares, o
Baiano, afirmou ter ouvido do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ):
"Tô precisando de arrumar dinheiro para a campanha". A conversa, que
teria ocorrido entre 2010 e 2011, levou à ideia de "pressionar" o
executivo Julio Camargo, o que resultou no pagamento de pelo menos R$ 5 milhões
em propina para Cunha.
Baiano contou que Cunha aceitou
pressionar Camargo para que ele pagasse propinas em atraso em torno da compra
pela Petrobras de navios-sondas para a estatal.
Baiano também aparece, em outro vídeo,
ironizando as explicações de Dilma de que nada sabia sobre os problemas que
cercavam a compra da refinaria em Pasadena (EUA). Na época, ela presidia o
conselho da Petrobras.
Eduardo Cunha negou diversas vezes recebimento
de propina relativa à Petrobras.
Em nota de
março de 2014, Dilma diz que o negócio de Pasadena foi fechado porque o
conselho de administração da Petrobras recebeu informações
"incompletas".
Informação UOU
notícias/redação Voz
do Recôncavo




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